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DIA DO IRMÃO: OS IRMÃOS MAIS MEMORÁVEIS DO CINEMA

Já infernizou seu irmão (ou irmã) hoje?

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Cinco de setembro. Dia do irmão. Sejam ligados por sangue ou adotivos, o cinema já nos presenteou com várias relações fraternais memoráveis. Para comemorar a data, separei dez casos que vão fazer você querer dar um abração naquela pessoinha que, pode até ter te infernizado em algum ponto da vida, mas que você não consegue viver sem.

Quis montar uma lista bem diversificada, com todo tipo de relação possível, seja ela amorosa, de amor e ódio ou à distância. O importante aqui é que a relação fraternal seja um elemento fundamental desses personagens.

Vamos começar com….

Thor e Loki – Universo Marvel

Como não mencionar essa dupla? Ao longo de vários filmes no universo Marvel, a jornada de Thor e Loki foi marcada por amizade, traição e redenção. Apesar de não estarem ligados pelo sangue, os dois deuses formaram um elo tão forte que, ao final, estavam dispostos a dar a vida um pelo outro. O público se viu tão ligado aos dois que foi praticamente torturante para muitos fãs ver Thor assistindo à morte de Loki pelas mãos de Thanos.

Mickey Ward e Dicky Eklund – O Vencedor

Há também aquelas relações familiares que se mostram extremamente problemáticas, mas nem por isso deixam de ser valiosas. Dicky Ward é um ex-pugilista fracassado afundado em drogas que sempre traz problemas á sua família. Mickey Ward sente a pressão de manter vivo o nome da família nos ringues e de manter a família unida. Apesar do vício, Dicky nunca escondeu o amor e orgulho que sente por seu irmão. Ao final, ele consegue superar as drogas e passa a treinar e apoiar Mickey nas lutas, ajudando-o a se tornar um campeão. Christian Bale mereceu demais o Oscar que ganhou por esse filme!

Celie e Nettie – A Cor Púrpura

Por mais que as duas estejam separadas pela maior parte do filme, a trama de A Cor Púrpura é guiada pelo amor dessas irmãs. Após ser estuprada pelo próprio pai, ver seus filhos serem levados para adoção ser e forçada a se casar com um homem violento e alcoólatra, Celie perde a única pessoa no mundo que ama e que se importa com ela: sua irmã Nettie. Apesar da separação, elas se correspondem, sem saber se um dia se reencontrarão. Ao longo dos anos, Celie também conhece outras mulheres que, assim como ela, foram vítimas de machismo e preconceito da época e forma novos elos de amizade. Mas é a dúvida do reencontro de Celie e Nettie que faz com que o público assista a esse clássico com o coração bem apertado.

Brennan Huff e Dale Doback – Quase Irmãos

Com certeza deve ser difícil para crianças quando um de seus pais decide se casar novamente e, de quebra, ganhar um irmão junto com seu padrasto ou madrasta. E se essas crianças fossem dois quarentões que moram com pais divorciados? No começo, Brennan e Dale se vêem como inimigos mortais que chegaram para destruir seu lar. No entanto, com o passar do tempo, eles notam o quanto têm em comum, formam uma forte amizade e se aceitam como irmãos de verdade.

Charlie e Raymond – Rain Man

Eis um caso bem especial, onde um dos irmãos é autista e (à princípio) é visto como um fardo para seu irmão caçula Charlie. Ao longo de uma viagem, o rapaz – interpretado por Tom Cruise – descobre a genialidade de Raymond e aprende a lidar melhor com ele. Mas o mais importante é que Charlie descobre o quão profunda é sua relação com o irmão e começa a aprender o valor de uma família, não importa as dificuldades.

Anna e Elsa – Frozen

Claro que não poderíamos deixar as animações de lado, e ficamos com um caso que não só foi um fenômeno em seu lançamento, mas retornará às telonas esse ano. A rainha Elsa e sua irmã Anna costumavam ter um relacionamento feliz, até que os poderes de Elsa quase custaram a vida de Anna. As duas passam anos vivendo separadas e isoladas no castelo, mas quando Elsa é coroada rainha, a verdade sobre ela é revelada para o resto da cidade, forçando-a a fugir. Anna não hesita em seguir sua irmã, enfrentando o inverno eterno que ela acidentalmente conjurou, e luta para trazê-la de volta. No fim das contas, não foi um príncipe encantado que salvou o dia, mas o amor entre essas duas irmãs.

Julius e Vincent Benedict – Irmãos Gêmeos

Às vezes, irmãos acabam se comparando. “Queria ser inteligente como ele(a)” ou “Queria ser alto(a) como ele(a)”. Mas quando você é Danny DeVito e seu “gêmeo” é Arnold Schwarzenegger, parece que o destino está brincando com você. Nascidos de um experimento genético, eles são separados ainda bebês. Julius cresce e se torna um exemplo de homem perfeito, mas ao descobrir ter um gêmeo, ele parte imediatamente para encontrá-lo. É aí que ele conhece Vincent, que não poderia ser mais diferente que ele. Apesar de não se parecerem nem um pouco, a química de Schwarzenegger e DeVito é inegável e você não consegue evitar de gostar dessa dupla.

Lilo e Nani – Lilo & Stitch

Depois de perder seus pais, Lilo e Nani ficam sozinhas no mundo, sem ninguém para apoiá-las. No entanto, Nani abraça de coração a tarefa de cuidar de sua irmã caçula. Apesar de ter apenas 19 anos, ela luta para manter Lilo com ela e se esforça para ser um exemplo para Lilo. Basta lembrar da cena em que Nani canta para Lilo para que as lágrimas comecem a aparecer.

Luke e Leia – franquia Star Wars

Eis uma relação que começou meio torta. Basta lembrar do beijo entre os dois em Império Contra-Ataca para que o desconforto comece a aparecer. Claro que eles ainda não sabiam que eram irmãos na época, mas ainda torna a experiência de re-assistir o filme meio bizarra. A partir de O Retorno de Jedi, quando a relação dos dois é revelada, Luke e Leia mostram o que dois irmãos conectados pela Força são capazes. Luke chega até mesmo a se desesperar quando Darth Vader insinua a possibilidade de trazê-la para o lado sombrio, quase matando o próprio pai. E, por mais que Os Últimos Jedi seja um filme divisivo, a relação dos dois fica mais emocionante com aquele sonhado reencontro.

Eleanor e Marienne Dashwood – Razão e Sensibilidade

Eu também poderia ter escolhido as irmãs Bennet, de Orgulho e Preconceito, mas a relação entre Eleanor e Marianne Dashwood é o fio condutor que guia a trama de Razão e Sensibilidade. As irmãs não poderiam ser mais opostas. Enquanto Eleanor está acostumada a ser a líder da família, sempre lidando com os obstáculos logicamente, Marianne é sonhadora e romântica, muitas vezes constrangendo a irmã. Mas, apesar das diferenças, em seus tempos mais difíceis as duas mostram o quão forte é sua parceria e amizade.

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