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TOP 10: OS PIORES CASAIS DA HISTÓRIA DO CINEMA

Quer um bom romance? Fuja desses filmes.

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Doze de junho, dia dos namorados. Um filme romântico costuma ser um ótimo programa para os apaixonados aproveitarem esse dia. Não há dúvidas de que surgirão diversas listas com sugestões dos melhores filmes de romance, melhores casais, melhores beijos do cinema. No entanto, decidi montar uma lista que deve ser evitada a todo custo por qualquer casal em busca de uma experiência cinematográfica romântica: os piores casais do cinema.

Muitos fatores podem contribuir para que dois atores que deviam entregar performances apaixonadas acabem por aqui: roteiro ruim, uma performance ruim (ou duas) e até a combinação errada de atores. Os casos a seguir não vão se ater apenas ao gênero romance. De ficção-científica a suspense, confira dez casos de casais da sétima arte que simplesmente não funcionaram em tela.

Anakin e Padmé – saga Star Wars

Essa era para ser uma história de amor dramática e trágica, afinal, ela culmina com o nascimento de Darth Vader. Padme é uma senadora comprometida com sua carreira e Anakin, apesar de saber que Jedi são proibidos de ter um relacionamento, não hesita em se entregar ao seu amor por Padme. Se cenários digitais em excesso e tramas excessivamente expositivas já não fossem o bastante para comprometer a trilogia prelúdio de Star Wars, também recebemos um dos casais mais sem química da sétima arte. Por mais que Natalie Portman seja uma atriz de calibre, seu talento desaparece quando é colocada ao lado de Hayden Christenssen, que (apesar de ter vencido um Globo de Ouro) parece ter desaprendido a atuar. Mas, convenhamos, o roteiro de George Lucas, recheado de diálogos que viraram clássicos da vergonha alheia, não ajudou os atores. Quem pode esquecer o infame diálogo de Anakin sobre areia?

Bella e Edward – saga Crepúsculo

Eu sei, eu sei. Falar desses dois é o mesmo que bater em cachorro morto. Mas se tanta coisa se falou sobre Bella e Edward desde o lançamento da saga Crepúsculo, é porque há uma razão. Ainda que eu fosse fã dos livros na época (para minha eterna vergonha!), é impossível negar a falta de química entre Kristen Stewart e Robert Pattinson. Sempre que estão em cena, um parece desconfortável com a presença do outro, o que é estranho já que eles eram um casal na vida real na época. A performance apática de Stewart como Bella já virou piada e a cada filme da franquia, Pattinson menos interessado. Hoje em dia, ambos estão crescendo como atores no cenário indie e se tornando cada vez mais respeitados, provando que o talento estava lá. Mas o que o impediu de chegar à essa franquia?

Anastasia e Christian – trilogia 50 Tons

Aqui temos uma franquia nascida da saga Crepúsculo, e que herdou a maldição de seu casal principal. Mas aqui, a falta de química entre Dakota Johnson e Jamie Dornan se torna ainda pior por dois fatores. Primeiro: há relatos de que os atores não eram exatamente melhores amigos no set. Segundo: além de não se aturarem, eles precisavam agir como dois apaixonados em meio a várias cenas de sexo. Imaginem o nível de desconforto entre esses dois! Dá para dizer que não foram apenas os “não-fãs” dessa franquia que se viram aliviados com o seu fim.

Elliot e Alma – Fim dos Tempos

Fim dos Tempos é sem dúvidas um dos filmes mais bizarros não apenas da carreira de M. Night Shyamalan, mas dos anos 2000. Quem poderia esquecer do estranho suspense onde as plantas e o vento são os grandes vilões? E em meio a toda a bizarrice trazida pela trama e diálogos, surge o casal Elliot e Alma, vividos por Mark Wahlberg e Zoey Deschanel, dois atores que já provaram diversas vezes no passado o quanto são talentosos. No entanto, Walhberg não só era o ator errado para viver esse professor de Biologia, mas seu personagem constantemente age de forma infantil. Já Deschanel entrega a mesma cara em todas as suas cenas e quando é colocada diante do personagem de Wahlberg, não parece que estamos vendo um casal, e sim uma mãe com um filho birrento.

Amber e Giuseppe – Destino Insólito

Convenhamos, se Guy Ritchie e Madonna não fossem casados na época, essa abominação não existiria. Esse remake foi feito para tentar alavancar a carreira da cantora como atriz, mas foi um enorme fracasso de bilheteria e seu último filme. Basta dizer que o longa saiu “vitorioso” no Framboesa de Ouro com um total de cinco prêmios, incluindo Pior Casal. Além de Madonna não ter qualquer química com o italiano Adriano Giannini, sua personagem, Amber Leighton, é mimada, cruel, arrogante e EXTREMAMENTE IRRITANTE! Na trama, Amber e seu empregado, Giuseppe, acabam presos em uma ilha deserta. A outrora patroa abusiva se vê a mercê do italiano quando se dá conta de que ele é sua única chance de sobrevivência. Para compensar os maus-tratos que passou nas mãos de Amber, Giuseppe a força a se tornar sua escrava. Ao longo do filme, ele a humilha, agride e até ameaça estuprá-la! Não era para ser um romance?

Harry e Gina – saga Harry Potter

Ok, antes de começar, tenho que dar um crédito aos atores Daniel Radcliffe e Bonnie Wright. Imagine passar sua infância e adolescência crescendo e filmando uma franquia ao lado de alguém e de repente ver esse amigo de longa data se transformar em seu par romântico? Deve ter sido uma experiência estranha para ambos. Infelizmente, por mais que a saga Harry Potter ainda seja uma das mais adoradas e lucrativas do cinema, o romance entre o casal Harry e Gina foi repleto de momentos entre dois atores talentosos que estavam claramente desconfortáveis.

Larry e Ricki – Contato de Risco

Eis mais um caso de um casal da vida real (na época) cuja química não chegou ao filme. Jennifer Lopez estava em um dos melhores períodos de sua carreira musical e Ben Affleck começara os anos 2000 com a promessa de se tornar um grande nome, mas filmes como esse manchariam sua carreira mais adiante. Aqui acompanhamos um criminoso (Affleck) que recebe a tarefa de sequestrar o irmão de um promotor, mas acaba sendo forçado a juntar forças com uma gangster (Lopez). O personagem de Affleck mais parece uma caricatura de um mafioso de terceira, e o longa insiste em martelar a cada cinco minutos a ideia de que a personagem de Lopez é lésbica. Some isso a falta de química dos protagonistas e roteiro atroz, e você um casal por quem ninguém torceria. Além de vencer seis Framboesas de Ouro, o filme também levou a estatueta de Pior Comédia nos 25 Anos!

Isabel e Jack – A Feiticeira

A Feiticeira é um clássico dos anos 60 com uma premissa simples: uma linda feiticeira que tenta viver tranquilamente com seu marido e luta esconder seus poderes do resto do mundo. Mas eis que surge o filme de 2005, que (em vez de apenas beber da fonte) decide fazer um filme sobre um ator (Will Ferrell) que trabalhando em um remake da série A Feiticeira que acaba sendo estrelado por uma feiticeira de verdade (Nicole Kidman). Que confusão!!! E eu mencionei que esse desastre custou US$ 85 milhões? Por mais que Kidman e Ferrell sejam dois nomes que pareçam perfeitos em teoria, na prática, a experiência foi outra. O personagem de Ferrell é um ator “divo” que está tentando resgatar sua carreira e passa grande parte do filme sendo desagradável e infantil. Já Kidman termina parecendo excessivamente ingênua e boba.

Bruce Wayne e Rachel (Katie Holmes) – Batman Begins

Antes que você sinta vontade de me xingar mentalmente ou pelos comentários, quero que fique claro que a trilogia O Cavaleiro das Trevas é uma das melhores do gênero dos super-heróis e Christopher Nolan merecia um prêmio por resgatar o homem-morcego da obscuridade com Batman Begins após a tragédia que foi Batman & Robin. Dito isso, a combinação entre o Bruce Wayne de Christian Bale e a Rachel Dawes de Katie Holmes foi um desastre. Em defesa da atriz, Holmes começa bem no filme, mas no momento em que sua personagem passa de amiga de infância a interesse amoroso, sua performance vai deixando cada vez mais a desejar. A prova disso é a diferença que é claramente sentida no filme seguinte, O Cavaleiro das Trevas, onde ela foi substituída por Maggie Gyllenhaal, que faz um trabalho muito superior.

Vincent e Mary – O Poderoso Chefão 3

Pobre Sofia Coppola. Hoje, ela é uma cineasta e roteirista respeitada, tendo vencido um Oscar de Melhor Roteiro Original em 2003. Mas quando olhamos para seus dias como atriz, desejamos o dispositivo dos Homens de Preto para apagar nossa memória. Dezesseis anos após o glorioso O Poderoso Chefão 2, Francis Ford Coppola decide trazer a familia Corleone de volta e escala sua própria filha, Sofia, para o importante papel de Mary, filha de Michael Corleone. Até então, ela só teve pequenos papéis em filmes pouco conhecidos e filmes para TV. Imagine a pressão de abocanhar um dos papéis principais em uma das sequências mais esperadas da década tendo tão pouca experiência? Sua performance é apática e nem um pouco convincente. Mas ela não é a única com culpa no cartório. Andy Garcia, que interpreta Vincent Mancini, parece tentar emular o estilo de Al Pacino, sem falar que está visivelmente desconfortável em suas cenas românticas com Sofia. E só para piorar o que já estava ruim, seus personagens são primos!!!!

Que outros casais você colocaria na lista? Deixe nos comentários.

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